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Um dos maiores desafios enfrentados pelas pessoas é o vício. Independente de como foi que essa relação começou, chegou um determinado momento da vida que já não dá mais, que é necessário parar de fazer uso daquilo que te viciou e passar a preservar a vida. Embora muitas pessoas não consigam, há sempre um centro de tratamento de dependentes químicos por perto, capaz de ajudá-las a vencer essa briga desigual.

Mas não é só existir um espaço que possa realizar esse tratamento, é preciso ter força de vontade e querer se livrar do vício. E esses são os dois maiores problemas que a pessoa precisa passar por cima.

Os dependentes químicos precisam de ajuda, precisam se ajudar e não há lugar melhor para isso se não o centro de tratamento de dependentes químicos. E para não ficar falando apenas de centros de tratamentos para dependentes químicos e não mencionar um nome, queremos que você olhe com carinho para o Grupo Nova Vida, que realiza um trabalho exemplar e proporciona dignidade para todos os internos.

Venha conhecer como um centro de tratamento de dependentes químicos deve funcionar.

 

Como se dá o tratamento de dependentes químicos?

Existem duas formas de ingressar no centro de tratamento de dependentes químicos: de forma espontânea, de vontade própria, ou contra a vontade do dependente, de forma forçada.

Em ambos os casos o dependente químico recebe o tratamento disponibilizado a ele, embora, no segundo caso, seja um pouco mais difícil de ele entender e querer participar do processo. Mas nada que seja fora do comum. O Grupo Nova Vida lida com novos internos a todo o momento e, em muitos casos, estes não se acham dependentes, e querem dificultar ao máximo o tratamento.

Com vivência e experiência na área, a situação é revertida e o paciente se enquadra no tratamento, sendo reabilitado e ressocializado.

Geralmente, o tratamento para os dependentes químicos tem o prazo de 6 a 9 meses, dependendo do programa que for escolhido. Na prática, o tratamento para dependentes químicos se divide em etapas, sendo elas:

 

1 – Adaptação e desintoxicação

Nesse período extremamente importante, pois se trata de uma das fases mais delicadas do processo. A adaptação do dependente ao programa se dá de forma lenta, com período em que fica ainda mais difícil, por causa da síndrome de abstinência. Alguns internos sentem fortes dores de cabeça, suro excessivo, muita sede, pesadelos, pirose, medo, insegurança, entre tantas outras coisas.

O centro de tratamento de dependentes químicos entende a chegada de novos internos, reconhece a dificuldade dos que acabaram de chegar, onde são, em muitos casos, agressivos, utilizando palavrões, gírias em excesso, além de estarem com a baixa autoestima, por causa da dependência. Esse trabalho é muito delicado, lento e gradativo, onde os internos são monitorados e coordenados, recebendo aplicações de metodologias do amor, retornado a vida ao processo de hábitos saudáveis à vida, como sono, disciplina, higiene e alimentação equilibrada.

Neste primeiro momento, há uma descoberta de novos valores, adaptação ao programa e desintoxicação através do suor.

 

2 – Conscientização e interiorização

Após estarem adaptados à moradia, começam a ser percebidas mudanças nos internos. Apesar de serem conscientizados da gravidade e extensão do seu problema, há uma intensificação no aprofundamento da espiritualidade. Com isso, começa-se a mudar o caráter, aumentar a convivência em grupo, aceitar a si mesmo e os outros. A procura do seu eu mais profundo, consciência crítica, equilíbrio, autoestima, opção de vida na busca da sanidade, tudo para que haja uma melhora na relação consigo mesmo.

A criatividade, o trabalho em equipe, esportes e participação no dia a dia são desenvolvidos. O interno se conscientiza do seu alcance e limite, se livra das culpas, aprende a perdoar e o desafio de estar buscando a sua sanidade.

 

3 – Ressocialização e reinserção social

A partir do quarto mês, o interno começa a cogitar a sua volta ao convívio social, identificando as suas dificuldades de se adaptar à sua nova realidade. Ele vai conhecendo as ferramentas necessárias para se manter sóbrio, começa a ajudar os novos internos, fazendo com que nasça uma verdadeira autoestima e avaliando os conceitos adquiridos.

Enquanto está fora do centro, o dependente em tratamento participa de grupos de autoajuda com frequência, trabalhando a espiritualidade, o trabalho e a disciplina.


 


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